• Talita Alves

NEWS ARQ&SAÚDE | 02 DE MARÇO DE 2021



“NEOM”- A CIDADE DO FUTURO, CONSTRUÍDA NO PRESENTE.


A META, É O FOCO NA SAÚDE E BEM-ESTAR DAS PESSOAS



Situada na Arábia Saudita, próxima da fronteira com a Jordânia, este novo centro de inovação abrangerá uma área de 26.500 quilômetros quadrados no noroeste do país, ao longo do Mar Vermelho e do Golfo de Aqaba.


CIDADE FOCADA NAS PESSOAS - A cidade projetada, é centrada no pedestre, e isso garante que as comunidades sejam construídas em torno de pessoas, não de veículos e estradas movimentadas, com infraestrutura que funciona em harmonia com o meio ambiente e que pode ser alcançada em 5 minutos a pé.


O projeto coloca todas as necessidades, lugares vitais e centros atraentes a uma curta

distância a pé de qualquer ponto ao longo da Linha.


Instalações e serviços, transporte público de alta velocidade, transporte logístico e

infraestrutura digital - serão perfeitamente integrados, garantindo que os meios de

subsistência não sejam afetados.


A cidade NEOM, dá origem ao projeto “The Line”,que segundo a diretoria do projeto, este é um exemplo de cidade futurística para o mundo.


“The Line” é uma série de sociedades cognitivas interconectadas, potencializadas por

inteligência artificial, livre de emissões de carbono, sem ruído ou poluição, ou veículos e ruas.


O projeto visa tornar a caminhada um estilo de vida essencial, e o empreendimento de uso misto completo, contribuirá para facilitar o acesso aos equipamentos públicos e parques, bem como à natureza ao redor das comunidades.


Este design único é um paradigma no design de sociedades perceptivas, pois restaura o caráter humano à vida urbana e permite viver em harmonia com a natureza no século XXI e além.




O design da “The Line” proporciona a forma ideal de conviver em harmonia com a natureza circundante, permitindo a proteção de grandes áreas da natureza que irá apoiar o ambiente ecológico dentro da cidade NEOM, e preservará o patrimônio histórico da área.


Segundo a diretoria do projeto, o projeto vai aderir a rígidas leis ambientais durante os

trabalhos de desenvolvimento, cujo resultado será a preservação dos assentamentos

ambientais existentes e emergentes, e apoio para a proteção dos ricos recursos naturais e arqueológicos na região.


Qualquer desenvolvimento que não aderir aos rígidos padrões globais de sustentabilidade que segue as leis da economia circular do carbono não será tolerado. Afirma o site do projeto.


Artigo escrito pela equipe Arquiteto Próspero

fonte: www.neom.com





ESTRATÉGIAS PANDÊMICAS DO SÉCULO 19, AINDA PERMANCEM ATUAIS, CONFIRA!


No século 19, a “Teoria do Miasma” popularizou e com isso ajustaram o layout das edificações


Basicamente a Teoria do Miasma sustentava que a doença vinha do “ar ruim” que emanava de matéria em decomposição e sujeira.


Nesta época, médicos, arquitetos e uma enfermeira particularmente influente, Florence

Nightingale, se fixaram na importância da ventilação para a saúde das pessoas.

Com isso, o layout físico dos edifícios passaram a priorizar muitas janelas e as edificações priorizam ventilação e dutos elaborados para mover o ar contaminado para o exterior.


É interessante como edifícios históricos ainda trazem vestígios dessas estratégias de saúde pública, muito depois de o pensamento científico ter evoluído.


A Teoria do Miasma, estava errada quando se tratava de algumas doenças como: cólera e febre amarela, que agora temos o conhecimento que são doenças que se propagam por outros meios ( água e mosquito).


Porém, ainda existem muitas doenças que são contaminadas pelo ar como: sarampo,

tuberculose, varíola, gripe.


Hoje com a pandemia do coronavírus, lutamos pela busca de ar puro, ventilação natural, que virou escassa nas novas edificações modernas, em sua maioria vedadas, ausentes de janela contendo refrigeração por ar condicionado.


Florence Nightingale, foi enfermeira na Guerra da Crimeia, e em seu livro Notes on Hospitals, ela conta que viu 10 vezes mais soldados morrendo de doenças do que de ferimentos de

batalha.


A principal preocupação dela era o ar. As notas até estabeleceram proporções exatas para pavilhões de 20 pacientes que poderiam permitir 1.600 pés cúbicos de ar por cama.


Cada pavilhão era uma ala separada, irradiando de um corredor central. E tinha grandes janelas que ficavam de frente uma para a outra, o que permitia que uma brisa cruzada soprasse entre as camas. As janelas ficavam abertas independentemente do tempo. Em alguns pavilhões, uma lareira central aquecia a sala, de modo que o ar contaminado saía da enfermaria pelo efeito chaminé.


“Como tantos vírus anteriores, o coronavírus provavelmente será domesticado por vacinas. Talvez em breve, a ventilação não importe novamente. Mas COVID-19 é um lembrete humilde do valor do conhecimento perdido.” SARAH ZHANG


Texto inspirado no artigo

Estamos apenas redescobrindo uma estratégia pandêmica do século 19

A primeira maneira de combater um novo vírus seria abrir as janelas.

SARAH ZHANG




ARQUITETURA PARA A SAÚDE COM FOCO EM PREVENÇÃO DE DOENÇAS, ACIDENTES E RISCOS EM GERAL

Arquitetura para a saúde é um campo da arquitetura que estuda e elabora projetos focados em evitar qualquer risco, à saúde dos usuários e, ao meio ambiente.

Podemos falar de uma pequena drogaria, de uma grande indústria farmacêutica, de um consultório médico ou até mesmo de um hospital com 500 leitos. Todos estes

estabelecimentos, podem, por conta da sua atividade trazer algum risco à população ou ao meio ambiente.


No entanto, proporcionar conforto, saúde e bem-estar aos usuários deve ser uma premissa básica de qualquer projeto que elaboramos, sendo regulamentados ou não pela Vigilância Sanitária.


É no dia-a-dia que a promoção da saúde acontece. E como proporcionar o mais completo bem- estar físico, social e mental dos usuários em todos os projetos que realizamos independente de exigências regulamentares?





Elaborando um projeto que utiliza as premissas básicas da arquitetura para a saúde. Pense bem: é completamente possível utilizar revestimentos de fácil limpeza, adotar uma iluminação e ventilação adequadas e o dimensionamento dos ambientes compatível com as atividades e mobiliários utilizados. Seguindo essas premissas em seus projetos você conseguirá os maiores riscos à saúde do usuário e do meio ambiente.


Te convido a promover saúde em todos os projetos arquitetônicos que você realiza, em todas as escalas, independentemente de serem regulamentados ou não pela Vigilância Sanitária. Topa o desafio?

“Fala Amanda” é um artigo de opinião sobre Arquitetura, Saúde e Vigilância Sanitária.







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Entenda como funciona o processo de aprovação da Vigilância Sanitária.




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EBSERH divulga publicações sobre hotelaria em ambientes hospitalares

Manual: Práticas Hotelaria Hospitalar (EBSERH)